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quarta-feira, 1 de abril de 2015

Antes o 1º de Abril fosse somente o dia da mentira, mas é a data da vergonha

Eduardo Januário Newton - 01/04/2015
Antes o 1 de Abril fosse somente o dia da mentira mas a data da vergonha Por Eduardo Janurio Newton
Quem nunca esteve em um estádio de futebol e se deparou, as vezes sem saber quem era a razão da homenagem, com o braço do árbitro levantado com o indicador apontando para o alto? O gesto daquele que sempre é vítima de todos os adjetivos – nomináveis e também impublicáveis – se refere a um minuto de silêncio em homenagem póstuma. Uma das vantagens de ver o jogo no conforto do lar, além de poder consumir bebida alcóolica sem nenhuma proibição legal, é saber o destinatário do tributo. Aquele minuto de silêncio, que de 60 segundos somente tem a alcunha, é pautado pelo luto, pela homenagem e pela reflexão da figura do falecido.
Contudo, o presente texto não trata das falhas de comunicação existente nos estádios de futebol brasileiros, inclusive nas “arenas padrão FIFA”. Ele versa sobre a necessidade de se realizar uma outra homenagem daqueles que não mais se encontram entre os vivos por razão exclusiva de um passado estatal autoritário, bem como de um valor imprescindível que durante mais de vinte anos foi retirado da convivência política dos cidadãos brasileiros: a experiência democrática.
Se me for permitido usar a 1ª pessoa do singular, estilo que não sou muito familiarizado, quiçá por querer, e de maneira inocente, manter uma falsa distância entre eu e o meu leitor, ouso a propor, e com base no trinômio: luto-homenagem-reflexão, uma nova forma de exercício desse ato simbólico, que não precisará de custosos estádios que não aparentam os gastos públicos neles realizados, de disputas esportivas, de campeonatos (des) importantes ou quaisquer outros eventos dessa espécie, mas tão-somente da consciência cívica de um povo que já foi às ruas pleitear pela eleição direta para Presidente, e não como um minoritário e vergonhoso grupo que recentemente portou cartazes em língua inglesa solicitando a intervenção militar.
Nesse instante, realizo uma pequena pausa reflexiva. A decisão de escrever esse texto não foi aleatória tampouco se relacionou unicamente com a data da última quartelada que implicou no alijamento do poder popular por mais de duas décadas. Na verdade, a lição de Boaventura de Sousa Santos[ii] no sentido de que todo conhecimento é biográfico, mostra-se totalmente pertinente. Apesar da formação jurídica – bacharelado e mestrado – e em história – bacharelado -, durante a pré-adolescência, adolescência e início da fase adulta estudei em centros de ensino militares, o que pode parecer, no mínimo, inusitado para os rumos profissionais trilhados em que a argumentação se mostra diuturnamente a mais poderosa arma. Além do adestramento, dos exercícios de ordem unida – a continência se presta, nunca se bate, o marchar é o andar solene de uma tropa, as ordens devem ser primeiro cumpridas. Em vez de reflexão, para muitos instrutores era a flexão de braço algo a ser comemorado ou o objeto da glória conquistada a partir da superação do número anterior de repetições realizadas. Realizo uma necessária ressalva, nem todos militares possuíam esse perfil, não sendo, portanto, correto realizar qualquer generalização. Não me envergonho de ter estudado durante nove anos em colégios dessa espécie – Colégio Militar de Brasília, Colégio Naval e Escola Naval. Adentrei por força do meu esforço e sai quando não mais me sentia integrado com aquela realidade. Na verdade, recentemente fui até comunicado que deveria ser considerado um ex-integrante da minha turma. Até o presente momento, fiquei a refletir se não seria a repetição cômica da pena de banimento. Mais da metade desse período de estudo, foi realizado em regime de internato. A minha paixão pela leitura adquiriu a força necessária nessa fase da minha vida. Aliás, o fato de obrigatoriamente ficar duas horas, por noite, sentado em uma cadeira em sala de aula, nem que fosse para fingir que estudava, me permitiu descobrir a potência que os livros trazem consigo. Os livros me levavam para a descoberta de outras realidades. O prazer da leitura foi, sem sombra de dúvida, a maior “dívida” que trago dos tempos em que vestia farda, sendo pública a minha confissão de incapacidade de quitar esse débito. Já a disciplina não teve o mesmo destino ou sorte, o que justificou as mais diversas sanções, que culminavam com a proibição de visitar o mundo externo nos finais de semana. Os motivos, que poderiam parecer tolos para quem vive no mundo civil, eram de suma importância para aquele cenário, dentre os quais poderia citar: o cabelo grande, a barba por fazer – mesmo ainda hoje sendo um imberbe -, o sapato sujo, o fato de não acordar quando ecoava o toque de alvorada, a cama não alinhada conforme os regulamentos.
Quando percebi que a vontade de me tornar oficial da Marinha do Brasil tinha se perdido em alguma parte do Oceano Atlântico, decidi realizar uma aposta, abandonei aquele projeto e pedi o meu desligamento da Marinha do Brasil. Após o transcurso de 15 anos, tenho certeza de que fiz a escolha certa. Como toda experiência, o tempo de da vida militar teve momentos agradáveis e outros que poderiam ser tidos como deploráveis. Ao apresentar uma crítica ao papel das Forças Armadas durante determinado período histórico, eu não adoto qualquer postura que poderia ser revanchista ou cometo qualquer ato de ingratidão. Foram aqueles anos nas escolas militares que me permitiram conhecer novas pessoas, cidades e, principalmente, perspectivas diferentes de um jovem nascido em Brasília no ano de 1980. É lógica republicana, que deve pautar o exame de todas as instituições públicas, o que, certamente, inclui as Forças Armadas, seus acertos devem ser louvados, e aqui poderiam ser destacados os bravos pracinhas da FEB, a atuação da Marinha em favor da população ribeirinha na Amazônia e o trabalho realizado pelo Correio Aéreo Nacional, mas os erros não podem ser esquecidos ou abandonados pelo caminho da análise.
Em razão da notória resistência das lideranças militares e também civis reconhecerem o erro iniciado no dia 1º de Abril de 1964, as mentiras e vergonhas que remontam essa data devem ser objeto de recordação e também trabalhadas no âmbito do simbólico.
Jamais uma democracia poderia ter sido salva por um golpe dado no dia da mentira. Por sinal, insinceridades não faltaram: uma democracia cujas eleições indiretas para Presidente era um jogo de cartas marcadas a partir do nome escolhido pelo Exército e acolhido pela ARENA; os suicídios fabricados – vide o emblemático caso Herzog – para encobrir as torturas praticadas nos quartéis e outros porões; um cargo de Vice-Presidente que de nada valia, tanto que no impedimento de Costa e Silva, Pedro Aleixo foi deixado de lado e um triunvirato militar assumiu em seu lugar, isto é, nem mesmo os próprios militares observavam a legalidade que por eles foi imposta; umaConstituição nova (1969) que eufemisticamente era chamada de Emenda nº 01. Essas, e tantas outras, foram algumas inverdades que marcaram o período da ditadura civil-militar.
Outrora, o dia 31 de Março, claro que a data da revolução foi antecipada para não coincidir com a data da mentira, era marcado pela leitura da Ordem do Dia nas unidades militares. Era a oportunidade de se louvar o “papel revolucionário” das Forças Armadas, que teriam impedido a instalação de uma “República Sindicalista” ou algo nesse sentido. Ao menos, esses atos não são mais lidos para as tropas[iii]. Se os clubes militares, que não possuem qualquer vínculo estatal, realizam atos em comemoração à data em questão, o faz única e exclusivamente no legítimo exercício da liberdade de expressão, que anteriormente era negada por esses que hoje a usufruem.
Porém, é necessário avançar. Não basta somente deixar de louvar o golpe diante da tropa. É imperiosa a necessidade das Forças Armadas levarem a público o seu erro, que não foi somente o levante iniciado em Juiz de Fora por Olympio Mourão Filho, mas, principalmente, os diversos atos bárbaros cometidos até o dia 15 de Março de 1985, quando pela porta lateral deixou o poder o último general-presidente. E com o intuito de não demonstrar qualquer sectarismo, os setores da sociedade civil, vide àqueles que financiaram a Operação Bandeirante, que apoiaram as ilegalidades devem também realizar a devida mea culpa.
O reconhecimento dos erros sequer pode ser justificado pelo argumento de uma eventual guerra interna. O Estado jamais pode querer se equiparar ao criminoso, e essa lição é ainda atual diante das lutas contra drogas, corrupção e terrorismo, sob pena de perder a sua legitimidade no uso da força. Aliás, é importante aferir que quem muito quer punir e a qualquer custo, deveria, por medida de cautela, prudência e segurança – quem sabe, enfim, seja aferida uma real aplicação para o vago conceito da ordem pública -, se afastar do exercício do poder estatal e buscar apoio, que poderia ser de natureza psicológica, psiquiátrica ou espiritual.
Em nenhuma democracia subsiste às Forças Armadas a possibilidade de destituir um governo constituído. Em se tratando do caso brasileiro, não se pode ignorar o fato de que a república foi proclamada por um desfile militar, que, segundo Aristides Lobo, foi acompanhado por um povo bestializado[iv]. Contudo, esse “pecado original” do regime republicano não deveria legitimar qualquer posterior intervenção militar, muito menos os atos cometidos por aqueles que achavam que tinham por missão salvaguardar o modelo arbitrariamente e ilegalmente instituído no 1º de Abril de 1964.
Em Agosto de 1954, uma parte dos vitoriosos de 1964 tentou ter acesso ao poder por via transversa, mas o ato extremo de Vargas impediu o golpe. A vitória nas urnas por Juscelino não foi garantia de posse. A renúncia de Jânio, fato esse ocorrido no dia do soldado, fez com que Jango tivesse que peregrinar pelo mundo até o advento da solução parlamentarista, que permitiu sua posse. Esses fatos, que ocorrem em aproximadamente 10 anos, demonstram a incapacidade de parcela dos militares compreenderem na história recente as suas funções em um regime democrático.
Com o perdão da palavra, o fato de parcela da população ter pedido a intervenção militar não justificou a “virada de mesa política”. Ademais, há de se cogitar a seguinte situação: e se a população pleiteasse o fim da Marinha, Exército e Aeronáutica? Seria adotado o modelo existente na Costa Rica que não possui exército permanente? A resposta, após alguns sorrisos, seria a clara negativa.
Recentemente, foi promulgada a Lei nº 13.050/14, que estabeleceu o Dia Nacional do Macarrão. O gosto gastronômico do Congresso Nacional, que coincidiu com a vontade do Executivo, justificou que o dia 25 de Outubro fosse celebrada anualmente o prato típico das cantinas. Quem sabe, não seria o momento desses mesmos poderes constituídos, como forma de permitir a reflexão coletiva, homenagear os que tombaram quando o Estado decidiu atuar de maneira ilícita e realizar um tributo à democracia, instituírem o dia 1º de Abril como o Dia da Vergonha. Com certeza, muitos são os braços que se levantarão nesse dia em respeito!
Notas e Referências:
[ii] “Hoje sabemos ou suspeitamos que as nossas trajectórias pessoas e colectivas (enquanto comunidades científicas) e os valores, as crenças e os prejuízos que transportam são prova íntima do nosso conhecimento, sem o qual as nossas investigações laboratoriais ou de arquivo, os nossos cálculos ou os nossos trabalhos de campo constituiriam um emaranhado de diligência absurdas sem fio nem pavio. No entanto, este saber, suspeitado ou insuspeitado, corre hoje subterraneamente, clandestinamente, nos não-ditos de nossos trabalhos científicos”. (SANTOS, Boaventura de Sousa. Umm discurso sobre as ciências. 7. Ed. São Paulo: Cortez, 2010. P. 85)
[iii] “Após ter determinado o fim das comemorações anuais nas Forças Armadas do golpe de 31 de Março de 1964 e em meio a polêmica sobre a criação da Comissão da Verdade, a presidente Dilma Rousseff recebeu nesta terça-feira, em Brasília, quatro condecorações dos comandos militares. Por seu passado de militante de grupos guerrilheiros durante o Regime Militar (1964-1985). Dilma tem relações tensas com setores das Forças Armadas. A data simbólica para os militares era celebrada no calendário oficial do Exército anualmente. No site da Força, o 31 de Março constava da lista de datas comemorativas (hoje são 23), mas foi retirado este ano. Na ordem do dia nos quartéis do País, comandantes costumavam fazer discursos exaltando o movimento que resultou na ditadura.” (Após calar Forças Armadas em 31 de Março, Dilma é condecorada. Disponível emhttp://ultimosegundo.ig.com.br/política/apos+calar+forças+armadas+em+31+de+marco+dilma+e+condecorada...# Acesso em 30 de Março de 2015)
[iv] “Em frase que tornou famosa, Aristides Lobo, o propagandista da República, manifestou seu desapontamento com a maneira pela qual foi proclamado o novo regime. Segundo ele, o povo, que pelo ideário republicano deveria ter sido protagonista dos acontecimentos, assistira a tudo bestializado, sem compreender o que se passava, julgando ver talvez uma parada militar.” (CARVALHO, José Murilo.Os bestializados. O Rio de Janeiro e a República que não foi. 3. Ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1999. P. 9)

BALANÇO DA DENGUE EM 31.03.2015

Ação educativa distribui folhetos e orienta cidadão contra a doença



O setor Dengue da Vigilância em Saúde da Prefeitura realizou nesta 2a feira (30/03) uma ação educativa contra a dengue em vários pontos da cidade. Os agentes distribuíram folhetos com orientações sobre a prevenção da doença nas ruas e na Unidade Regional de Pronto Atendimento (URPA). Nesta unidade, a gerente de Vigilância em Saúde, Fernanda Parisi, ministrou pequenas palestras para os usuários que aguardavam atendimento na recepção, além de orientação para o público que estava sendo atendido em outros setores. Foram esclarecidos os sintomas da doença e informado também o cronograma dos mutirões e do veículo com “Fumacê” nos bairros.


Força-Tarefa elimina mais de 107 mil focos do mosquito na cidade

A Força-Tarefa contra a dengue concluiu seu trabalho em Lavras. Foram atendidos 20 bairros, e 5.596 imóveis foram vistoriados. Foram removidos 107.557 possíveis focos da doença, entre recolhimento de entulhos e pontos de água parada. No total, o material encheu mais de 20 caminhões da Prefeitura. Os bairros em que foram recolhidos mais entulhos foram Nossa Senhora de Lourdes, Lavrinhas e Cohab, as regiões com mais números de casos confirmados de dengue.


Comitê define novas ações e estratégias a cada semana; mutirões seguem cronograma até 9/06

O Comitê contra a Dengue, Chikungunya e Leishmaniose se reúne toda 6ª feira no auditório da Prefeitura para programar as próximas ações de combate à doença. Os mutirões seguem o cronograma semanal nos bairros, com visitas dos agentes de endemias às residências – quando recolhem entulhos e orientam moradores quanto às ações necessárias no combate ao mosquito. Até 9 de junho, mais sete bairros serão visitados.

NÚMERO DE CASOS

Até segunda-feira (23/03), dia em que são consolidados os números da semana anterior, o município registra 1.826 notificações e 383 casos confirmados de dengue. Os bairros com maior número de notificações até o momento são Cohab, Nossa Senhora de Lourdes e Lavrinhas.

A Prefeitura reafirma a importância de que seja feita com frequência, por toda a população, uma minuciosa verificação de locais com acúmulo de água nos domicílios e suas áreas comuns, como quintais e jardins. O ovo do mosquito transmissor resiste por mais de um ano e, caso haja nova presença de água, o ciclo evolutivo é retomado.

terça-feira, 31 de março de 2015

A Polícia Militar vai completar 240 anos em 2015


“Valorizar o nosso Policial Militar 

e proteger o Cidadão de bem.” 

Em breve, informaremos a programação dos eventos. 

PMMG lança edital para concurso de soldado.


Os interessados devem fazer a inscrição no período entre 18 de maio e 18 de junho de 2015, por meio do site www.pmmg.mg.gov.br/crs.e pagar a taxa de R$122,95. 

O processo seletivo consistirá em quatro fases, incluindo: provas de conhecimentos (objetiva e dissertativa) exames de saúde (preliminares e complementares), teste de capacitação física (TCF), avaliações psicológicas e exame toxicológico. 

As provas objetiva e dissertativa serão realizadas no dia 02 de agosto de 2015. Outras 1.590 vagas deverão ser abertas em um novo concurso, já autorizado. 

A Polícia Militar completa 240 anos em 2015 e haverão 1.410 vagas para candidatos com nível médio de escolaridade. Os aprovados terão remuneração inicial de R$4.098,00. Este deverá ser o último concurso em que candidatos de nível médio poderão ingressar na carreira de soldado. Conforme a Lei 5.301, o próximo edital terá exigência de nível superior para o cargo. 

segunda-feira, 30 de março de 2015

Alunos conscientizam passageiros de ônibus sobre a dengue em Lavras - MATÉRIA DO G1 DE HOJE

Rede Globo (EPTV) mostrou hoje na manhã desta segunda-feira sobre o belo trabalho de sensibilização feito pela Secretaria da Educação no combate à dengue, envolvendo os alunos das nossas escolas municipais no combate à dengue.












VEJA O LINK PARA A MATÉRIA DO G1

Marias-Fumaça de São Roque serão leiloadas

As duas Marias -Fumaça de São Roque serão leiloadas pela Prefeitura de São Roque, conforme determinação do prefeito Daniel de Oliveira Costa do PMDB. As locomotivas, juntamente com os seus respectivos vagões, foram adquiridos na gestão do Ex-prefeito Efaneu Nolasco Godinho do PSDB na época, como uma tentativa de estabelecer o trem turístico na região, projeto que não foi levado adiante e desde sua aquisição o maquinário está parado na Estação Ferroviária de Mairinque. Segundo informou o prefeito, o leilão deve ocorrer nos próximos 60 dias.


O Prefeito de São Roque, Daniel de Oliveira Costa, esteve presente a estação ferroviária para analisar o maquinário que será vendido, juntamente com alguns vereadores da situação, onde concedeu uma entrevista sobre o processo de leilão. O prefeito afirmou que a decisão pela venda das Marias-Fumaça e dos vagões em um leilão não foi fácil, porém foi tomada pela  falta de avanço no setor do trem turístico, que ocorreu por uma série de fatores. Segundo o governante desde o início do mandato foram feitas diversas tentativas de implantar o trem turístico, entretanto o projeto teria sido iniciado na gestão passada sem as concessões necessárias para a sua realização, o que tornou inviável a sua implantação. “Não entendo como se faz um projeto com um investimento deste, sem ao menos se ter as liberações para que o projeto funcionasse como um todo”, afirma.

Assim, o governo de São Roque preferiu vender o equipamento e o valor arrecadado será investido em outros  equipamentos. “Transformaremos isso em benefícios para a cidade, adquirindo maquinários como equipamentos, caminhões, ônibus e tudo aquilo que pode atender melhor as expectativas dos cidadãos”, completa o governante. A verba obtida na venda do maquinário, não pode ser utilizada livremente e deve ser obrigatoriamente utilizada na compra de bens específicos.

O fator dos gastos em se manter o equipamento parado também influenciaram a decisão e segundo dados da prefeitura, nos últimos dois anos a administração teria pago aproximadamente R$240 mil em despesas com manutenção do maquinário e aluguel do espaço utilizado para guardá-los na Estação Ferroviária de Mairinque.

Entretanto a administração afirmou que ainda tem planos para a implantação de um trem turístico para o município, porém isto deverá ser feito pela iniciativa privada, que traria muito mais agilidade e qualidade a implantação de um projeto deste porte. “Existe interesse de operadoras que trabalham com turismo ferroviário em investir um projeto  em nossa cidade. Eles viriam com todo o investimento e autorizações e ao município somente caberia a autorização para a realização desta parceria público/privada”, afirma o Prefeito Daniel.


A decisão foi tomada em conjunto entre o governo e os legisladores da situação, que também concordam com a venda  dos maquinários. “Esta é mais uma correção de um erro do passado. Uma espécie de acerto de contas de um erro do passado, de um investimento que agora está se depreciando e depredado”, afirmou o vereador Zé Dentista. “Temos aqui um investimento parado e que não vai a lugar nenhum então temos que parabenizar esta iniciativa”, afirmou o vereador Adenilson Correia (Kalunga).


Entretanto a opinião não é compartilhada com alguns dos vereadores de oposição. Segundo o legislador Israel Francisco de Oliveira (o Toco) ó turismo ferroviário deveria ser um investimento do próprio município, ao invés de esperar por um investimento da iniciativa privada.  “Particularmente sou contra a venda destas maquinas. Ele seria um ótimo atrativo para a cidade”, completa.


Um opinião que é compartilhada pelo Vereador Guto Issa, que acredita venda das Marias-Fumaça acaba acarretando um fato negativo para o município, pois representa um projeto para a cidade que fracassou, embora a atual administração não seja a única responsável por isso.  “Faltou um empenho técnico das duas administrações (passada e presente) em resolver o problema. Faltou vontade política. Não acredito que seja uma boa opção vender o maquinário embora não saiba exatamente quanto isso irá render financeiramente para o município”, completa.
Jornal da Economia

O QUE ACONTECE DEPOIS DA PICADA DO MOSQUITO DA DENGUE?

No Brasil de uma forma geral, durante algum tempo, temos ouvido falar do mosquito que transmite a tal da DENGUE. Não acredito que seja novidade pra ninguém, tamanha é a campanha que se vem fazendo ao longo dos últimos anos, contudo, sem muito efeito. Ao contrário! Parece que o surto piora a cada ano em uma velocidade galopante. Fala-se muito em limpeza, extermínio do mosquito, ovos e lavras. Todavia, parece que a população se apaixonou pelo mosquito ou faz o contrário só para se vingar dos seus vizinhos.

Deixando um pouco o bom humor de lado, eu não fazia ideia dos efeitos maléficos dessa doença até agora em meados de março, quando fui picado pelo mosquito. Tudo aconteceu assim que me mudei para a zona norte de Lavras... Eu nasci na zona norte e lá me criei até certa idade, mas naquela época, não existia dengue. Os mosquitos do momento eram apenas os antigos e chatíssimos pernilongos, porém, não infectados. Também não se jogava lixo no quintal do vizinho, as pessoas eram mais amigas e, de certa forma, existia mais muito mais amizade e respeito por tudo naquela época.

Aproveito para pedir desculpas pelo longo prelúdio, afinal o fato principal a tratar aqui é a dengue. Vamos a ela. Antes ainda, convido a todos a refletirem sobre o comportamento das massas, onde é inevitável a sensação de ignorância a nossa volta, pois a grande maioria ainda não acordou para o perigo, embora as autoridades estejam promovendo incansáveis alertas e campanhas para erradicação da doença. 

Para quem não conhece os efeitos desastrosos e perigosos dessa doença e não imagina o perigo que ronda sua casa, eu vou dar uma mostra do que acontece depois da picada. 

Após a picada do mosquito infectado, pode se passar alguns dias até os primeiros sintomas. A partir dai a coisa fica feia... No meu caso, primeiro senti fortes dores no corpo, seguidas de dores de cabeça e febre. Mas atenção! As dores no corpo a que me refiro, podem ser entendidas assim como se estivesse recebendo injeções de benzetacil em cada um dos músculos. Ao contrário de alguns, não tive dores de cabeça. O que tive foi uma dor em nível de pele, mal podendo colocar a mão sobre a cabeça para já sentir a sensibilidade e as dores. Falta de apetite, falta de ânimo e desinteresse total pelo que acontecia em volta, eu me senti um vegetal. Olhar parado e introspectivo.

As dores definitivamente me impediam de caminhar, quando me erguia era com imensa dificuldade e sofrimento. Sair mesmo apenas para ir ao toalete e beber água, quando conseguia me erguer. Não tive vômitos como a maioria, mas também não tinha vontade de comer nada. Foram oito dias de agonia na cama, sem conexão com o mundo externo, perdendo peso, fraqueza e mal estar embolados, vulnerável e estático.  Mas para piorar, nada se resolve de imediato como se fosse uma gripe, é preciso atenção e cuidados especiais logo que começamos a melhorar. 

Além disso, o vírus também diminui a produção das plaquetas no sangue, elas que são responsáveis pela coagulação. Na dengue hemorrágica, a produção de plaquetas diminui tanto que além dos sintomas da dengue “comum”, aparecem sangramentos (hemorragias) na pele, na forma de manchas vermelhas. Por causa do ataque aos vasos sanguíneos, as gengivas e nariz também podem sangrar.

A dengue mata quando os vasos ficam tão frágeis, que acontecem vazamentos de líquidos do sangue, que podem se acumular na pleura (membrana que envolve o pulmão) e no abdôme, fazendo que o doente entre em estado de choque e morra. Assim que começamos a dar sinais de melhoras, se pensam que tudo está bem, estão enganados. Ai começa uma onda de coceiras pelo corpo inteiro.

Espero que esse pequeno texto seja útil a vocês, para que todos possam entender o perigo que representa a dengue para os idosos, grávidas e as crianças. Espero que ao ler isso, as pessoas mudem de atitude e levem a sério as campanhas de prevenção contra o transmissor da doença. Pois, prevenir é sempre melhor que remediar... 

Cesar Mori Junior
vítima da dengue.

domingo, 29 de março de 2015

Ouvidoria Participativa começou a colher sugestões do público nos bairros de Lavras a partir deste sábado (28/03)

A Ouvidoria do município inaugurou uma nova fase a partir de ontem, sábado 28 de Março no Jardim Glória: O objetivo será ir a diferentes regiões da cidade ouvir as demandas da população e encaminhá-las aos setores responsáveis para que sejam solucionadas. 

A Ouvidoria Participativa busca aproximar a Prefeitura cada vez mais do cidadão e é uma das prioridades da atual administração, que será lançado neste sábado (28/03), de 8h às 12h, com a presença do prefeito Silas Costa Pereira e vários secretários e assessores municipais.

Serão montadas tendas na praça do bairro (Avenida Evaristo Gomes Guerra, s/nº)  para atendimento ao público, de 8h às 12 horas. O atendimento ao público terá o auxílio dos alunos do curso de Psicologia do Centro Universitário de Lavras (Unilavras). 

Todo mês, a Ouvidoria Participativa realizará o atendimento ao público em um bairro diferente da cidade. A meta é estimular o exercício da cidadania e a proximidade com os órgãos públicos municipais.

O projeto é o primeiro a ser implementado dentro do pacote de dez programas e ações prioritárias da gestão do prefeito Silas Costa Pereira, que serão entregues à população em prazos variados até o final de 2016. 

As outras propostas do pacote de dez ações e programas são as seguintes: Modernização da gestão da Saúde; Pelo menos 90% da cidade repavimentada e sem buracos; Inauguração do Centro de Esportes e Artes Unificado (CEU); Reforma das Escolas Municipais; Programa Escola da Inteligência; Programa de Ação Imediata no Trânsito; Fim do Lixão e Recuperação da Área; Alargamento da Ponte Branca e Projeto Cultural Valores da Terra.

quinta-feira, 26 de março de 2015

INFORMAÇÕES DE UTILIDADE



COMBATE A DENGUE

O combate à dengue tem sido diário em Lavras, a prefeitura não tem dado tréguas ao Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.
Neste domingo passado o serviço de pulverização com inseticida por meio de veículo, conhecido como Fumacê pesado, circulou pelas ruas da Cohab. Desde que teve inicio, logo no comecinho de março, o Fumacê segundo estimativas, já atendeu a 59 bairros da cidade. Os agentes já eliminaram 32.107 focos de água parada e foram atendidas 1.637 residências com tratamento especial com (casos suspeitos).

WALTINHO RECEBE VISITA DO PREFEITO NO AEROPORTO DE LAVRAS:

O prefeito esteve visitando na manhã do dia 20 o Aeroporto de Lavras, o prefeito e sua equipe foi recebido pelo presidente do Aeroclube, sr. Walter, (Waltinho). Foi uma visita exclusivamente técnica, onde o presidente do Aeroclube, apresentou as demandas do aeroporto e informou sobre a reforma da sede da Brigada de Incêndio do local.

LAVRAS E O TURISMO:

O prefeito esteve a pouco tempo, em audiência na Cidade Administrativa com o secretário de Estado de Turismo, Geraldo Pimenta. Conversaram sobre vários projetos turísticos para Lavras e região, como a importantíssima sinalização turística e novas obras relacionadas ao setor. Foi agendado uma visita do secretário à nossa cidade para o próximo mês, quando visitaremos pontos de grande potencial turístico. Também participaram do encontro, pela Prefeitura, o gerente de Turismo, Geraldo Santana; o gestor do Circuito Turístico Vale Verde, Wagner Raimundo, e a gestora do Patrimônio Cultural, Clarice Pacheco.

terça-feira, 24 de março de 2015

O PADRE O DEPUTADO E O VIGARISTA

Era uma vez um homem muito ardiloso e espertalhão chamado Luizinho... Luiz Carlos Souza esse é o nome dele! Ele foi funcionário da extinta Rede Ferroviária Federal por um bom tempo, isso quem me contou foi um ancião, um velho amigo de meu pai e velho companheiro de trabalho da RFFSA, dos bons tempos da ferrovia. Esse velho dizia que esse rapaz aprendeu a trabalhar com ele nas oficinas. Aprendiz, ele começou a soldar e logo aprendeu o metier, dizia o velho: Muito inteligente, mas o pobre era velhaco demais, não podia dar em boa coisa mesmo. Falava mais que sua língua suportava e os ouvidos dos outros podiam aguentar. Luizinho como é conhecido vulgarmente, sempre foi um típico 171, espertalhão e típico sedutor de fala mansa onde ele esconde suas verdadeiras intenções, por isso mesmo, está sempre as voltas com alguma embrulhada. Isso vem desde que a RFFSA foi extinta e teve suas portas fechadas como vemos até os dias de hoje. 

O imbróglio começou assim que iniciaram o desmanche de toda a estrutura administrativa da antiga REDE. Vários documentos foram empilhados em montanhas, jogados dentro de vagões para serem levados para a central em Belo Horizonte, local onde os vagões ficaram por muito tempo cheios e onde também, vários desses documentos apodreceram dentro dos mesmos, criando limo e servindo de base para plantas e insetos. Muito se perdeu da história da antiga ferrovia... Sabe-se lá quantos documentos perderam-se pra sempre na história, com esse descaso descomunal e absurdo. Luizinho nesse época segundo me narraram antigos ferroviários, pegou para si uma boa parte de documentos pertencentes a RFFSA como, carimbos, mapas, utensílios de escritório e por ai vai. 

A partir dai, de posse de vários documentos e carimbos da antiga REDE, espertalhão e já sabendo o que queria, ele se tornou o dono da situação, pois segundo ainda ferroviários, ele forjava documentação por meio dos carimbos adquiridos na confusão que foi o desmanche dos escritórios. Nesse momento ai nasce o Luizinho representante da Inventariança da RFFSA, por conta própria é claro! Pois, quem iria contradizer um cara de fala mansa, com conhecimento adquirido na leitura e no tempo de trabalho, ainda por cima, com tantos documentos e falando a língua do ferroviário? Acho que poucas pessoas diriam que ele é 171, ainda hoje gente instruída e letrada se deixa enganar pela sua fala mansa e mentirosa, até porque a maioria desconhece o que se passou e ainda passa. Apenas se deixam envolver pelo meloso 171 de Luizinho, ficando a mercê de suas fantasias delirantes, mas criminosas. Luizinho se passou e deve ainda se passar por engenheiro, por representante da inventariança, representante do DNIT e se diz "dono do legado da antiga RFFSA". 

Quando o Circuito ferroviário Vale Verde entrou com o pedido de guarda dos bens, haviam apenas interessados a UFLA e a Prefeitura, que desistiram logo por questões particulares eu suponho. O CFVV teve então seu pedido endossado pela VLI, uma vez que já eram parceiros em projetos de operação ferroviária, para o turismo local. Apoiados pela ANTT, DNIT, pela UFMG, Pela ABOTTC, por vários outros parceiros e pelo Movimento de Preservação Ferroviária nacional, dando assim inicio aos trabalhos. 

Tudo isso levou perto de 4 anos de muito trabalho e estudos. Só depois de muita negociação e estudos de viabilização técnica e econômica, fomos convencidos da viabilidade do projeto e pudemos fazer as parcerias com o Instituto cidades, a VLI, a Ong Trem e a Oscip APITO, para criar um plano de ação auto sustentável e ocupar o espaço da RFFSA em lavras, com a criação do novo parque ferroviário produtivo, mas também resguardando a sua história. Com investimentos também no ensino técnico profissionalizante e no aspecto cultural. Falando em aspecto cultural, ele terá um lugar de destaque dentro do futuro complexo ferroviário vale verde, antigo pátio da RFFSA. 

Logo que tudo começou a se desenhar como efeito do forte trabalho e a determinação dos parceiros, muito ciúmes e muita inveja foi despertada em algumas pessoas, especialmente em Luiz Carlos Souza o Luizinho que, diga-se de passagem, se auto intitula o dono do legado da antiga RFFSA. Quando o conheci ele se apresentou como representante da Inventariança da extinta REDE, mas logo descobri que isso era mentira, quando fui visitar a diretora da inventariança Dra. Vânia, na sede da FCA no antigo prédio em Belo Horizonte. 

Não tardou para descobrimos um amontoado de reclamações e denuncias, até mesmo um boletim de ocorrência contra o conhecido 171, Luizinho. Foi devido ao roubo de uma betoneira, subtraída do interior do pátio e denunciado por um funcionário da FCA. Mas Luizinho ao devolver o produto do furto, mostrou a sagacidade de sua mente criminosa, devolvendo sim, mas não a que furtou. Devolveu uma outra, bem velha e completamente diferente da roubada. Luizinho envolve as pessoas com uma conversa mansa, documentos falsos ou fabricados que seja, todos parecendo serem bem reais! Qualquer um menos avisado cai na sua conversa fiada, acreditando realmente que ele é quem diz ser e que faz o que diz irá fazer. Porque será que nunca vimos os tais documentos? 
Mas o que tem o a ver o Padre e o Deputado nessa história? Bem simples. Vendo que não consegue nada pelos modos normais entrar no patrimônio para executar seus planos pessoais, ele se infiltrou no diretório do PT de Lavras, aproveitando  o dia em que o deputado Padre João esteve aqui para uma visita. Ele usou seu papo de 171 para iludir o padre deputado, que logo irá descobrir a enrascada em que se meteu!

Logo em seguida, foi apresentado durante uma reunião do PT, documentos que colocam Luizinho sob suspeitas de fabricação de documentos falsos, venda de equipamentos da rede com documentação suspeita e roubo. Sendo que uma delas está sob investigação. Há alguns anos Luizinho retirou do pátio em frente a oficina de autos da VLI, uma perfuratriz de poço artesiano e a vendeu para um comerciante de Lavras. O mais curioso, é que a encontramos jogada em Ribeirão Vermelho atrás da Rotunda.



O DNIT também, já foi informado sobre este equipamento, pois ele está sob suspeita. Pretendemos também reabrir o caso da Betoneira, uma vez que o senhor Luizinho, devolveu outra betoneira bem estragada e velha, que obviamente não era aquela pintadinha que ele retirou do local.

Ele enganou de uma só vez um diretório inteiro, um padre e um deputado. O cara é um ilusionista.

Como se pode perceber, o deputado caiu de gaiato ao dar ouvidos ha uma pessoa que se enquadra em vários crimes, a saber:
Estelionato, exercício ilegal de profissão, falso representante do DNIT e da Inventariança, no máximo falsidade ideológica. Também foi pego em flagrante roubando do patrimônio, ainda pratica calúnia e difamação.  

O mais curioso de tudo, é que foi apresentado a diretoria do PT lavrense documentos que comprovam que Luizinho é suspeito e não fala a verdade, mesmo sabendo disso, o diretório do PT local ignorou propositalmente tudo que foi apresentado e seguiu Luizinho, talvez algum interesse político, eu diria que pensam que podem passar por cima das pessoas, da lei e da verdade. Uma coisa é certa, se me disser com quem tu andas, eu te direi quem tu és... Uma coisa é certa! Quem acoberta bandido, bandido é.

BALANÇO DA DENGUE

Desenhos e textos de alunos municipais sobre
prevenção à dengue são expostos em ônibus

Desde esta 2ª feira (23/03), desenhos e textos de alunos de 18 escolas municipais e 14 CMEI’s sobre dengue estão expostos em quatro linhas de ônibus do município: Distrito Industrial, Lavrinhas, Gato Preto e Novo Horizonte. Os trabalhos divulgam o aprendizado dos estudantes em sala de aula no combate à dengue, e estão presentes em 14 veículos de transporte coletivo. A iniciativa integra o projeto “Combate à Dengue: Responsabilidade e Ação Coletiva”, da Secretaria de Educação, em parceria com a Saúde, e inclui outras ações que irão acontecer até novembro de 2015.


Fumacê pesado faz oito ciclos de pulverização em
cerca de 80 quarteirões de cada bairro visitado

A pulverização com inseticida por meio de veículo, conhecida como Fumacê pesado, tem sido realizada desde o dia 4 de março nos seguintes bairros: Nossa Senhora de Lourdes; Cohab I e II; Lavrinhas; Vila Mariana; Caminho das Águas I e II; Vila Paraíso; São Francisco; Esplanada; Centro Sul e Centro Norte. As localidades foram selecionadas em razão do número de notificações de dengue no município. Cerca de 80 quarteirões são pulverizados em cada bairro, em média.

O serviço depende de tempo bom, por isso é interrompido em dias de chuva, o que vem acontecendo com frequência neste mês. Se não houver mais interrupções em razão do mau tempo, os oito ciclos previstos para cada bairro serão concluídos até o próximo final de semana (28 e 29/03). Após essa fase, novos ciclos serão programados em outros bairros, de acordo com a incidência de notificações, em conjunto com a Superintendência Regional de Saúde, em Varginha.

  
MUTIRÃO NA VILA SÃO FRANCISCO

Após a conclusão dos trabalhos de 45 agentes de endemias federais, na Força Tarefa contra a dengue, os mutirões contra a doença seguem acontecendo nos bairros do município, seguindo o cronograma estabelecido. Nesta semana, os agentes estarão na Vila São Francisco, visitando residências e orientando moradores para eliminar água parada e retirar entulhos. Na próxima semana, as equipes da Prefeitura estarão presentes no Jardim Floresta.


COMITÊ MUNICIPAL DE COMBATE À DENGUE

O Comitê contra a Dengue, Chikungunya e Leishmaniose se reúne todas às sextas-feiras no auditório da Prefeitura para programar as próximas ações de combate à doença.


NÚMERO DE CASOS

Até segunda-feira (23/03), dia em que são consolidados os números da semana anterior, o município registra 1.457 notificações e 309 casos confirmados de dengue. Os bairros com maior número de notificações até o momento são Cohab, Nossa Senhora de Lourdes e Lavrinhas.

A Prefeitura reafirma a importância de que seja feita com frequência uma minuciosa verificação de locais com acúmulo de água nos domicílios e suas áreas comuns, como quintais e jardins. O ovo do mosquito transmissor resiste por mais de um ano e, caso haja nova presença de água, o ciclo evolutivo é retomado.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Rodovias transportam 3 vezes mais cargas que ferrovias, mas o custo é 6 vezes maior.


Operários trabalhavam intensamente em Anápolis (GO), uma semana antes da inauguração da ferrovia Norte-Sul, no ano passado16.05.2014/DIDA SAMPAIO/Estadão Conteúdo
Os protestos de caminhoneiros no início do mês paralisaram estradas em mais de 10 Estados, comprometendo o transporte e o abastecimento de produtos em algumas cidades do País. Os bloqueios evidenciaram a dependência do Brasil do transporte rodoviário, que cresce a cada ano, apesar de ser seis vezes mais caro que as ferrovias.

Em 2012, 67% da carga transportada pelo Brasil foi movimentada por rodovias (1.064 bilhões de toneladas por quilômetro), enquanto 18% passaram por ferrovias (298 bilhões de toneladas por quilômetro). Os dados são da pesquisa ‘Custos Logísticos no Brasil’, divulgada em 2013 pela empresa de consultoria logística Ilos.

Em 2006, as rodovias respondiam por 65% do transporte, enquanto as ferrovias tinham mais de 20%.

Segundo especialistas, a dependência das rodovias é até maior do que os números mostram. “Se você tirar o minério de ferro do total das cargas transportadas [por ferrovias], então o total transportado via caminhão vai para 78%”, diz o economista Josef Barat, ex-diretor da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

— O Brasil é o único país onde predomina o caminhão.

Dentre os países com dimensões continentais, o Brasil é o único que decidiu “encurtar as distâncias” por meio das rodovias. Os Estados Unidos, que, sem considerar o Estado do Alaska, é menor do que o Brasil, têm uma malha ferroviária sete vezes maior: são 228 mil km contra 29 mil km.

França, Alemanha e Índia, cujas áreas são menores que a do Brasil, também possuem malha mais desenvolvida. Hoje, o Brasil tem a mesma quantidade de ferrovias que em 1922 (veja mais ao final).

O estudo do Ilos ainda mostra que, para transportar mil toneladas de carga em uma ferrovia brasileira, é preciso gastar R$ 43 por quilômetro. Já nas rodovias esse valor é de R$ 259 (seis vezes mais).

Com isso, os custos com transporte estão aumentando no Brasil, alcançando 11,5% do PIB em 2012 — considerando gastos com transporte, estoque, armazenamento e administrativo. Nos EUA, esses custos equivalem a 8,7% do PIB.

Série de erros

Segundo o diretor-geral do Ilos e professor aposentado da UFRJ Paulo Fleury, o crescimento da economia nas duas últimas décadas ampliou os locais de produção, “aumentando o volume e as distâncias do transporte”. Mas como a malha ferroviária não ampliou sua oferta, a tarefa de escoar a produção coube ao transporte rodoviário.

— É muito mais fácil e barato construir rodovia do que ferrovia. Foi o que aconteceu. As ferrovias foram minguando e as rodovias foram crescendo sem concorrência. Não foi uma questão de escolha. Não houve escolha nenhuma, foi má gestão.

Fleury lista uma sucessão de erros que afastou a ferrovia da realidade brasileira, como as privatizações “sem planejamento” da década de 1990.

— A rede ferroviária era federal [antes das privatizações], mas dava R$ 1 bilhão de prejuízo. Então a ferrovia minguou com a falta de investimentos. Em 1994 e 1995, eles quebraram a malha em seis pedaços e privatizaram a rede. Mas foi uma decisão errada. A rede acabou ficando sem conexão, se tornaram ilhas isoladas. Foi um erro do planejamento da privatização.

Hoje, diz, o governo tem garantido investimentos, mas as obras estão todas atrasadas por problemas de gestão, como a troca de construtoras, alterações de projeto e dificuldades para se fazer desapropriações.

— O investimento foi feito, mas foi mal gerenciado. Atrasou tudo. A ferrovia Norte-Sul [que teve um trecho inaugurado em 2014] era para ficar pronta há quatro anos. Outros projetos também estão paralisados.

E daqui para frente?

Entre 2011 e 2014, foram concluídos 913,7 km de ferrovias, segundo o Ministério dos Transportes. A principal entrega foi a do trecho da FNS (Ferrovia Norte-Sul) que vai de Palmas (TO) a Anápolis (GO). Esse pedaço ficou pronto em maio do ano passado, mas começou a operar comercialmente no fim de fevereiro deste ano.

Iniciadas na década de 1980, as obras foram retomadas só em 2007, durante a gestão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A promessa inicial era entregá-la até 2010.

O outro trecho em construção dessa ferrovia vai de Ouro Verde (GO) a Estrela D’Oeste (SP), que deveria ter sido entregue no ano passado, mas tem previsão agora para dezembro de 2015.

A outra ferrovia atualmente em construção é a FIOL (Ferrovia Integração Oeste-Leste), que tem 1.527 km de extensão em três trechos, saindo de Ilhéus (BA), passando por Caetité (BA) e Barreiras (BA) até chegar a Figueirópolis (TO), onde vai se interligar com a FNS. A obra está prevista para ser entregue até o fim de 2016.

Para o professor de engenharia mecânica da UFJF (Universidade Federal de Juiz de Fora) Fernando Marques, pelo tamanho do Brasil, é preciso investir ainda mais.

— O governo tem feito alguns investimentos na área, inclusive com a ferrovia Norte-Sul, a Oeste-Leste, mas ainda é pouco pelo tamanho do País. Porque não adianta só ter malha, você tem que ter infraestrutura. É preciso construir terminais adequados. É preciso ter estrutura para a carga chegar adequadamente e que junte uma quantidade suficiente para o trem levar.

Marques calcula que a construção de uma ferrovia seja até 4 vezes mais cara que a de uma rodovia. No entanto, diz, o investimento vale a pena.

— O custo é mais caro, já que a ferrovia é um investimento do tipo industrial, os materiais são muito mais sofisticados. Mas o custo operacional é bem mais barato, principalmente se considerarmos o custo de cargas de alta densidade que são transportadas em longas distâncias.

* com Victor Labaki, estagiário do R7








domingo, 22 de março de 2015

VEREADOR FELIZARDO CONTINUA ESBANJANDO DEMAGOGIA DIANTE DAS CÂMERAS DA TV.

O vereador João Paulo fez uma pergunta para o prefeito Silas, sobre aquele carro que caiu no buraco em 2014. Mas o vereador se esqueceu de citar que essa foi uma obra que o Marcos Cherem fez no bairro Nova Lavras. Uma obra, aliás, feita nas cochas, bastando que viesse uma chuva durante à noite para levar a obra do prefeito. Um cidadão desavisado, ao passar pela rua de madrugada, não conseguiu parar a tempo e caiu no buraco com carro. Eu foi entrevistar a vítima, que pediu na época para esperar, com medo do prefeito não pagar. Na verdade ele não pagou e a coisa se arrasta até hoje. O fato é que a obra não estava terminada, mas ela foi liberada para o tráfego! Da pra entender porque entregaram o Túnel da Zona Norte também inacabado! Mas que mania essa de entregar obras inacabadas hein? O mais engraçado é que ele como líder do ex-prefeito, não cobrou da prefeitura na época em nenhuma reunião da câmara e agora quer cobrar?

vejam as falas do vereador no vídeo: O rei do Deboche!
Felizardo não pede prorrogação dentro do prazo estabelecido pelo regimento interno, tudo pra fazer média diante das câmeras, quando ele quer falar mais que todos. Na verdade, segundo o vereador chapisco, ele não anda frequentando seu gabinete que passa o dia todo fechado. Ainda por cima, ele usa do plural para dizer que as perguntas faltantes são de todos os vereadores, quando ele é quem tinha uma série de perguntas. É muito cara de pau! Essa TV Povo do vereador felizardo, por sua vez, deveria se chamar TV demagogia.  

video

“alguns cidadãos lavrenses tiverem danos materiais devido, talvez a falta de administração do problema. É o que a prefeitura tem a dizer, eu posso citar dois exemplos aqui nós tivemos um veiculo que foi, inclusive da gestão anterior que foi é caiu dentro de um buraco ali próximo a perimetral”

cidadãos que foram lesados

“lesado assim eu quero dizer o seguinte, ele, um vamos dar o exemplo desse fato que aconteceu com o cidadão. O carro dele caiu no buraco que foi aberto por uma obra que estava sendo feita pela prefeitura, ai ele se sentiu prejudicado porque ele teve danos morais e danos materiais né, ai ele entrou com um pedido na prefeitura para que a prefeitura o indenize desse danos materiais essa é a questão de lesar que eu gostaria de dizer para o senhor.”

Só que o ex-prefeito Marcos Cherem, jogou o carro do cidadão dentro do pátio da prefeitura e lá esqueceu até os dias de hoje. Foi dito ao cidadão que para ele recuperar o carro teria que processar a prefeitura ou algo assim. O processo continuou correndo, Marcos Cherem foi cassado, mas deixou o problema para o seu sucessor, mais uma infinidade de abacaxis para descascar. 

Felizardo ainda se faz de conta que não sabe, e quer levar sua ferramenta de demagogia no estabelecido pelo prefeito, para receber vereadores que geralmente trazem suas demandas, reclamações, projetos e questões sociais. Se esquece que a comunicação da Prefeitura existe pra isso! É uma pasta onde são analisados todo marketing ou entrevista que sai da prefeitura, ignorar isso é achar que tem poder sobre as secretarias. Vereador! Sua demagogia e falsidade tornam você uma pessoa insuportável e antipática. 

sexta-feira, 20 de março de 2015

Lavras ganha um novo espaço para capacitação profissional


Senac foi inaugurado na última terça-feira, dia 17. Atividades começam em abril.

O setor de comércio de bens, serviços e turismo de Lavras e região ganhou um novo espaço para capacitação profissional, equipado com laboratórios de informática, estética e salão-escola, além de salas de aula convencionais e biblioteca.



Inaugurada no dia 17/03, com a presença de cerca de 90 pessoas, a nova unidade do Senac na região do Sul/Sudoeste de Minas irá oferecer, a partir de abril, cursos nos segmentos de Comércio, Gestão e outras atividades nas áreas de Artes, Beleza e Saúde, além de ações extensivas, como palestras sobre orientação profissional, liderança, mercado de trabalho, entre outros temas.

Para o presidente do Sindicato do Comércio de Lavras, Caio Márcio Goulart, o espaço representa um ganho significativo para a cidade, que conta com uma diversificada atividade comercial, que se expande para os bairros. “Esta unidade contribuirá para o desenvolvimento de Lavras por meio de uma melhor qualificação de nossos profissionais.”

Já o diretor regional do Senac, Luciano de Assis Fagundes, ressaltou a importância da regional Sul na atuação do Senac em Minas. “Este local irá se somar às outras nove unidades que temos na região, que já atendem às demandas de capacitação do comércio de bens, serviços e turismo. Em 2014, esta foi a segunda regional em número de atendimentos do Senac no Estado.”

Na inauguração estiveram presentes o vice-prefeito de Lavras, Clóvis Correa;  o presidente da Câmara Municipal de Lavras, Cleber José Pevidor da Silva; o secretário municipal de Transportes de Lavras, Gilson José Fonseca; o prefeito de Ingaí, Juliano Ribeiro Pinto; o presidente do Sindicato dos Empregados de Lavras, Antônio Ferreira Vilas Boas; o presidente do Sindicato dos Rodoviários, Geraldo de Melo Ferreira; o presidente do Sindicato dos Contabilistas, Rogério de Souza Girardelli; o presidente da Fundação Padre Dehon, Virgilio Augusto Resende Bandeira; o diretor do Instituto Presbiteriano Gammon, Alysson Massote Carvalho; o gerente regional Sul do Sesc, Paulo Brianezi; os defensores públicos, Carlos Gonzaga Cezário e Walter Vale Martins Junior e a responsável pelo Sebrae de Lavras, Glaucya Jerusa Souto.

O atendimento vai ser realizado de segunda a sexta-feira, das 8h às 21h, na Rua Comandante Soares Júnior, 70 – Centro.


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